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quarta-feira, 24 de maio de 2017

7 Dicas para Fotografia de Produto

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 Foto: David Butler  – Imagem 1 e 2
Brenda Daniel/IPhoto
Como o mercado digital cresce, a demanda por conteúdo bom e atraente na mídia aumenta com ele. Mais e mais marcas e empresas buscam por métodos onde seus produtos possam ser expostos de maneira criativa e principalmente, diferenciada. Com isso, a demanda por fotografia de produtos cresce constantemente, mantendo os custos de produção bem abaixo do normal.
Separamos 7 dicas para você que fotografa produtos ou está iniciando neste segmento.
  1. A Fotografia de produto conta uma história, mas você está contando a história corretamente?
Cada detalhe no enquadramento comunica algo ao público, e faz com que eles sintam uma certa maneira (ou seja, a luz, a tonalidade, o ponto de foco, a composição, etc.) Portanto, esteja ciente e seja intencional.
Tenha em mente todo o storytelling do produto que está sendo fotografado, você precisa conhecer sua origem, seu material, seu segmento, enfim, praticamente você precisa criar um briefing e fazer este produto responder a todas as perguntas essenciais. Ponha-se no lugar do público que vai adquirir aquele produto e pense em como você gostaria de vê-lo no momento da venda, fazendo estas ações, sem dúvidas, você trará mais vida ao produto do que imagina.
  1. O uso da cor relacionado ao produto importa, e muito!
A cor por si só pode ser uma ótima ferramenta para criar uma sensação de harmonia, confiança, artesanato ou luxo… ou da mesma forma, pode criar uma sensação de estimulação elevada, energia e tensão acelerada.
Aliada ao marketing sensorial, a cor também é uma ótima maneira de reforçar a marca além de ser uma ferramenta visual incrivelmente sensível para a comunicação. Os mesmos tons podem comunicar emoções muito diferentes quando emparelhados com outra cor. As 2 imagens abaixo são um exemplo de diferença emocional entre vermelho contra branco e vermelho contra preto. A imagem à esquerda deve fazer você se sentir feliz, seguro e limpo… enquanto a imagem do lado direito provavelmente passa para você a sensação de sedução, misterioso e um pouco mais de risco.
  1. A influência da luz
Este é outro dos incríveis presentes da natureza que é uma coisa tão simples, mas também em determinados momentos se torna complicado para muitos fotógrafos manejarem. A luz pode ser sua melhor amiga, ou sua pior inimiga. No entanto, uma das coisas bonitas sobre a fotografia do produto é o fato de que geralmente os produtos são fotografados em estúdio, onde o controle da iluminação se torna mais fácil para o fotógrafo.
Segundo o autor da matéria da fonte, David Butler, geralmente para fotografar produtos em estúdio o fotógrafo começa com uma única luz e conforme o andamento das fotos, vai construindo outros esquemas a partir daí.
“Trabalhar com uma fonte de luz de cada vez permite que você veja o que cada luz está fazendo, e muitas vezes economiza muito tempo resolver problemas (ou seja, detectar reflexos indesejados, sombras, etc.).”
Fotografia de produto é muito menos artística do que técnica, especialmente com fotografia de catálogo. No entanto, mesmo quando você fotografa com o foco no “conceitual” do produto, você acaba obtendo o “artístico” com a imagem. De qualquer maneira, quando se trata de luz, tenha certeza do que está fazendo e de que tipo de luz você deve utilizar, uma tática para que você acerte de primeira é olhar para o seu produto e considerar as seguinte questões:
Será que a iluminação é capaz de identificar o logotipo e trazer o foco para a marca?
Será que este tipo de luz acentua as formas e materiais de design utilizados ou disfarça?
Será que você está conseguindo transmitir o humor ou emoção que você deseja?
Se as respostas para estas perguntas foram favoráveis, você está no caminho certo.
  1. O uso dos filtros para a fotografia de produto
Muitas vezes, quando vemos iluminação legal ou uma técnica de splash, filtro de filme ou outros efeitos na moda, naturalmente sentimos o desejo de usá-lo, mas ele se encaixa a identidade da marca ou o propósito do produto? Se assim for, vá para ele, se não, basta ser fiel à marca e você vai se destacar dessa maneira.
Além disso, esses filtros tendem a desconsiderar todo o trabalho duro que entrou em equilíbrio de cores e consistência de marca.
  1. Produto e Estilo Prop
Manter o produto atraente para o consumidor é sempre um desafio enorme, um verdadeiro trabalho criativo, que requer um olho hábil e uma boa quantidade de paciência. É algo por muitos exige manter uma mente limpa com tomadas de decisões rápidas, aqui estão algumas dicas para manter em mente na sessão fotográfica:
  • Menos é mais. Respeite o espaço negativo do estúdio – pode criar um pano de fundo simples agradável para a cópia ou outros elementos do projeto.
  • Props, eles têm um propósito, mas eles não são o herói que vai salvar seu projeto. Mantenha um olho sobre o que vai para o enquadramento, e tenha cuidado para não poluir a imagem ou tirar do produto do foco.
  • Cuide de suas superfícies da mesa fotográfica. As superfícies devem conter um aspecto agradável e simples, considerando que o foco principal deve ser o produto e a conversa em que este produto terá com o público-alvo.
  • Tenha em mente a legibilidade de rótulos de produtos e logotipos da marca, afinal, para seu cliente isso é essencial.
  1. Conte a história, visualmente
Lembra da primeira dica, “você precisa contar a história deste produto…”? Então, você como fotógrafo deve utilizar os elementos visuais para que esta história tenha um significado, já o publicitário, por exemplo, deverá preencher esta história com a mensagem final para o produto. David conta que, para ele, capturar os detalhes e a história de um produto é como um fotógrafo de retratos faria com seu modelo.
Em cada linha, cada curva, cada movimento e cada textura de um produto bem projetado tem caráter e propósito, e deve ser capturado.
“Quando eu olho para uma boa fotografia do produto, eu tenho uma idéia de como ele se sente, como ele cheira, e em alguns casos, como ele soa (ou seja, fizz de uma bebida gaseificada fresca ou o tiquetaque suave de um relógio de pulso).”
  1. Fotografe, edite, imprima, edite novamente e imprima!
Fazer a impressão de um trabalho fotográfico não é uma regra, mas, para fotografia de produtos pode ser um grande detalhe que está faltando para você. Para David, o processo de imprimir o trabalho fotográfico, viver com ele por um dia ou dois, revisitando-o, ajustando-o, em seguida, refazendo sua impressão é uma tarefa impraticável na fotografia hoje, muitas vezes pelo prazo de entrega apertado ou por realmente não achar necessário este gasto com o material. Porém, é uma prática que é possível você vai encontrar mais detalhes antes despercebidos na imagem digital, e assim, se torna um trabalho mais gratificante no final, mesmo que o objetivo final da imagem não seja a entrega impressa.
Visualizar uma impressão é uma experiência muito diferente da visualização de uma tela digital. Este processo é inestimável quando se trabalha em um grande catálogo!
Por último, mas não menos importante, ver todos os seus projetos anteriores e atuais em uma parede como um todo permite que você facilmente ver a uniformidade da marca e detectar rapidamente quando algo parece fora do contexto.
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

ABERTURA DO DIAFRAGMA: O MISTÉRIO DESVENDADO!

A abertura do diafragma explicada
A função da abertura do diafragma no controle da exposição
Todo o fotógrafo no início de carreira tem muita dificuldade em compreender a escala de números f/. Por que um número baixo, como f/2.0 pode proporcionar maior passagem de luz em relação a f/22 ?  Vamos explicar estas dúvidas agora:
 A determinação da abertura do diafragma é feita por meio de uma nomenclatura própria, denominada ESCALA DE NÚMEROS f/. Quanto maior for o número, menor será a quantidade de luz a ser transmitida pela objetiva, e menos luminosa a imagem se formará. Esta escala se apresenta da seguinte forma: f/1,f/ 1.4,f/ 2, f/2.8,f/ 4,f/ 5.6,f/ 8,f/ 11,f/ 16,f/ 22,f/ 32, e outras.
 Nessa escala, reduz-se sempre a metade a luz do numero anterior, ou seja, a abertura f/2 é a metade em relação à f/1.4, mas representa o dobro em relação à f/2.8. À medida que se fecha o diafragma a sua área é reduzida pela metade, e à medida que se abre, esta área é dobrada.
 Os números f/ correspondem a uma série de círculos decrescentes. A maior abertura, maior entrada de luz, corresponde ao 1. Em cada posição sucessiva, a área do circulo correspondente vai sendo reduzida, para o que temos que dividir o diâmetro do circulo maior pela raiz de 2, raiz de 4, raiz de 8 é raiz de 16, e assim por diante. Os produtos dessas raízes são: f/1.4, f/ 2, f/ 2.8 e f/ 4. Estes produtos são os números que aparecem na borda do diafragma e correspondem à grandeza a que é reduzida a superfície da abertura.
 As velocidades de um obturador mais complexo, geralmente variam de B até 1/8000s. Estas velocidades, ou tempos de exposição, aumentam ou diminuem em um sistema múltiplo de dois. Cada uma delas é o dobro da velocidade seguinte é a metade da anterior, ou seja, por exemplo, 1/125 “é o dobro de tempo de 1/250″ e a metade de 1/60.            
 Desta forma, pode-se estabelecer com precisão a relação entre a abertura do DIAFRAGMA, que são determinadas pelas mesmas bases. Caso tenhamos que reduzir a velocidade de 1/60, para 1/125, afim de “parar” o movimento de uma pessoa caminhando, teremos que abrir o DIAFRAGMA em um ponto (+1), de f/5.6 para f/4. Por quê? – Porque diminuímos pela metade o tempo de exposição, que implicará em uma sub-exposição (-1). Abrindo o DIAFRAGMA de f/ 5.6 para f/4, dobramos a quantidade de luz por ela admitida, e assim teremos uma imagem com a mesma gama de contraste.
A luminosidade de uma lente depende de seu diâmetro e de sua distância focal. Como estas duas grandezas variam inversamente uma em relação à outra, ou seja, quanto maior o diâmetro da lente mais luminosa ela é, e quanto maior a distância focal menor a luminosidade da mesma, é possível medir a característica de luminosidade de uma lente em relação à outra através do quociente “distância focal / diâmetro da lente”.
Uma lente comum (exceto zoom) não pode ter sua característica de distância focal alterada, porém pode ter sua característica de diâmetro alterada, através de um dispositivo denominado diafragma. Abrindo-se ou fechando-se o mesmo é possível controlar a luminosidade da lente, daí o termo abertura ser utilizado para medir esta característica da lente. A letra ” f ” minúscula é utilizada para representar este quociente:
 Onde:
  • f é o valor da abertura do diafragma obtido
  • Distância focal é o comprimento da lente em questão
  • A é o diâmetro da abertura da lente, em milímetros
Estas grandezas são medidas em milímetros, assim, um exemplo de abertura para uma determinada lente é f = 100mm / 50mm o que resulta no valor f = 2. Existe uma convenção, herdada do mundo fotográfico, onde a abertura ajustada em determinada lente é representada por ” f/x ” onde ” x ” é o próprio valor da abertura ” f “. Assim, no exemplo acima a abertura da lente de distância focal 100mm e diâmetro 50mm é indicada por ” f/2 ” Para facilitar o uso do diafragma, foram estabelecidos valores-padrão para suas aberturas em uma escala de pontos (f-stops), onde cada ponto corresponde a uma abertura do diafragma que deixa passar metade da luz do ponto antecessor e o dobro da luz do ponto sucessor. O desenho abaixo mostra uma seqüência dessas aberturas, onde, da esquerda para a direita, a área central (por onde passa a luz) de uma dada abertura tem metade do tamanho da área da abertura da esquerda e o dobro do tamanho da área da abertura da direita:
 Como a área pela qual passa a luz no diafragma é a de um circulo, existe uma fórmula matemática (vide final deste item) que a relaciona com seu diâmetro: a área de um círculo dobra se seu diâmetro for multiplicado por v2 (raiz quadrada de 2) e fica dividida pela metade se o mesmo diâmetro for dividido também por v2.
Conforme visto acima, a abertura de uma lente pode ser representada pelo quociente da distância focal da lente pelo diâmetro da mesma, ou seja, para uma determinada lente com distância focal fixa F, a abertura pode ser indicada por f = F / D , onde ‘ D ‘ é o diâmetro da abertura do diafragma (que pode ser considerado como o diâmetro da lente).
Para obtermos uma abertura f ‘ com metade da área de uma dada abertura f , é necessário portanto dividir seu diâmetro por v2. Assim,
se f = F / D , f ‘ será F / (D / v2)
o que é o mesmo que F / 1 multiplicado por v2 / D , ou seja, F / D multiplicado por v2 ;
como F / D = f , conclui-se que
f ‘ = f multiplicado por v2
Considerando-se = 1 como o valor máximo de abertura da lente (diafragma totalmente aberto), o próximo valor será portanto 1 multiplicado por v2 . Como o valor de v2 = 1,4142135… , chega-se em 1,4, que é o valor do próximo número ‘ f ‘ (f-stop), o que deixa entrar metade da luz pelo seu orifício em relação a f = 1 .
A seguir, sucessivamente, multiplicando-se cada valor de f por v2 , tem-se os valores da escala padrão de aberturas, ou seja:
f/ 1.0 / 1.4 / 2 / 2.8 / 4 / 5.6 / 8 / 11 / 16 / 22 / 32
Onde, da esquerda para a direita, cada ponto significa metade da luz admitida pela lente em relação ao ponto anterior e vice-versa. A abertura máxima da lente (diafragma totalmente aberto) corresponde ao valor 1.0. No entanto, como as lentes possuem anéis ao seu redor para fixá-las à objetiva e outros elementos internos, suas aberturas máximas nunca são 1.0 e sim valores um pouco menores do que isto, como f/1.2, por exemplo.
 Esse valor de abertura máxima varia, portanto de lente para lente, porque depende da sua construção, e influi na luminosidade da lente; assim, para lentes de mesmo diâmetro e mesma distância focal (outro fator que influi na luminosidade), uma lente com abertura máxima 1.2 é mais luminosa do que uma lente cuja abertura máxima é 1.8 . Por outro lado, para lentes com diâmetros diferentes e mesma distância focal, ter a mesma abertura máxima não significa que as lentes sejam igualmente luminosas: entre duas lentes com mesma distância focal e abertura máxima 1.3 , se a primeira tiver diâmetro maior do que a segunda é mais luminosa do que esta. E, ainda, duas lentes com mesmo diâmetro, mesma abertura máxima e mesma distância focal podem diferir (embora pouco) na característica luminosidade, que também depende do material com que as mesmas são confeccionadas.
Quanto ao diâmetro, no segmento semi-profissional os mais comuns são: 52mm, 58mm,62 mm,67 mm,72 mm,77 mme100 mm.
A abertura sempre trabalha em conjunto com a velocidade do obturador para obter-se a exposição correta da imagem. Ambos vão determinar o  EV = zero, da cena a ser fotografada, com o contraste adequado.
Texto: Enio Leite
Focus Escola de Fotografia
http://www.focusfoto.com.br
http://www.escolafocus.com.br

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domingo, 16 de abril de 2017

CONHEÇA OS VENCEDORES DO PRÊMIO PULITZER DE FOTOGRAFIA 2017

E. Jason Wambsgans e Daniel Berehulak levam os prêmios de melhor reportagem fotográfica e fotojornalismo, respectivamente
por Revista FHOX
O prêmio Pulitzer é uma iniciativa norte-americana, administrada pela Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque. Foi criada em 1917, por Joseph Pulitzer, que, antes de falecer, deu dinheiro a instituição para realizar esse evento. Desde então, os Prêmios Pulitzer são sempre anunciados em Abril.
Esse ano, o anúncio ocorreu na noite de ontem (10) e premiou E. Jason Wambsgans e Daniel Berehulak, como melhor reportagem fotográfica e fotojornalismo, respectivamente, além das outras 19 categorias associadas a literatura, artes e comunicação.
Na primeira categoria mencionada, E. Jason Wambsgans leva todo o presígio e uma quantia de US $ 15.000 em dinheiro, por sua narrativa de um garoto de 10 anos, com sua mãe, tentando voltar a uma vida normal após sobreviver a um tiroteio em Chicago. A sério fotográfica e preto e branco e revela aspectos sensíveis da vida depois do caos.
O fotógrafo da Chicago Tribune desde 2002, Jason trabalhava cobrindo todos os tipos de notícias e reportagens, mas nos últimos quatro anos se dedicou a documentar o problema da violência e armas nas ruas de Chicago.

Daniel Berehulak é o vencedor da outra categoria. Seu trabalho premiado mostra ao mundo as consequências que estão ocorrendo nas Filipinas por causa da luta contra os cartéis de drogas pelo governo do país.Um retrato gritante, em que as imagens de cadáveres nas ruas e prisões superlotadas foram publicadas no The New York Times e mostram o desrespeito do país em relação à vida humana.
Daniel Berehulak ganhou o Prêmio Pulitzer também em 2015 e garantiu mais cinco prêmios World Press Photo, especializando-se como fotojornalista voltado para conflitos e desastres.
http://www.fhox.com.br/news/nikon-revela-novidades-da-d7500/