E. Jason Wambsgans e Daniel Berehulak levam os prêmios de melhor reportagem fotográfica e fotojornalismo, respectivamente
por Revista FHOX
O prêmio Pulitzer é uma iniciativa norte-americana, administrada pela Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque. Foi criada em 1917, por Joseph Pulitzer, que, antes de falecer, deu dinheiro a instituição para realizar esse evento. Desde então, os Prêmios Pulitzer são sempre anunciados em Abril.
Esse ano, o anúncio ocorreu na noite de ontem (10) e premiou E. Jason Wambsgans e Daniel Berehulak, como melhor reportagem fotográfica e fotojornalismo, respectivamente, além das outras 19 categorias associadas a literatura, artes e comunicação.
Na primeira categoria mencionada, E. Jason Wambsgans leva todo o presígio e uma quantia de US $ 15.000 em dinheiro, por sua narrativa de um garoto de 10 anos, com sua mãe, tentando voltar a uma vida normal após sobreviver a um tiroteio em Chicago. A sério fotográfica e preto e branco e revela aspectos sensíveis da vida depois do caos.
O fotógrafo da Chicago Tribune desde 2002, Jason trabalhava cobrindo todos os tipos de notícias e reportagens, mas nos últimos quatro anos se dedicou a documentar o problema da violência e armas nas ruas de Chicago.
Daniel Berehulak é o vencedor da outra categoria. Seu trabalho premiado mostra ao mundo as consequências que estão ocorrendo nas Filipinas por causa da luta contra os cartéis de drogas pelo governo do país.Um retrato gritante, em que as imagens de cadáveres nas ruas e prisões superlotadas foram publicadas no The New York Times e mostram o desrespeito do país em relação à vida humana.
Daniel Berehulak ganhou o Prêmio Pulitzer também em 2015 e garantiu mais cinco prêmios World Press Photo, especializando-se como fotojornalista voltado para conflitos e desastres.
Composição é algo engraçado, é importante aprender sobre composição, pois ira ajudar muito na sua fotografia. E também é algo que nunca deve ser desconsiderado também.
Por isso montamos um GUIA de Composições para fotógrafos iniciantes, mas que serve para qualquer nível que estiver a sua fotografia, afinal nunca é tarde para estudar um pouco mais.
PESO VISUAL
O peso visual, é diferente do tamanho ou peso como sabemos, principalmente para elementos humanos, ou escrita dento de uma foto.
Entendendo sobre o peso visual, você estará pronto para entender como as pessoas olham as fotos, e como pode posicionar de forma correta os elementos no quadro para direcionar a atenção do espectador. Não é tanto uma ferramenta ou regra, é mais um entendimento.
O equilíbrio em uma FOTOGRAFIA afeta como nos sentimos quando olhamos para ela: uma foto desequilibrada pode deixar apreensivo, ou ansioso, assim como uma foto bem equilibrada pode te deixar mais relaxado.
Na verdade, não importa se você escolhe fazer a foto com equilíbrio ou não, mas você precisa entender porque você escolheu fazer isso, e quais as razões para justificar essa escolha.
Essa é uma daquelas situações em que QUANTO MAIS VOCÊ SABE MAIS FACIL É REPRODUZIR O EFEITO DESEJADO.
Se você atualmente fotografa pessoas, você está ou estava fazendo fotos de olhares, é importante entender o efeito que eles tem e como nós os vemos nas fotos.
Se você leu o tópico acima sobre peso visual, você já deve entender o poder de ter um rosto (o olhos) na sua foto.
Mesmo assim tem muito mais do que isso. Olhos alinhados tem o poder de focar a nossa atenção em outra parte da foto, e também criar tensão e outros elementos fotográficos. Embora não sejam linhas físicas, elas podem ser usadas para produzir elementos diferentes como triângulos e linhas verticais.
Triângulos existem em quase tudo que nós vemos, de um jeito ou de outro, o negócio é apenas distinguir eles e saber o que fazer com eles.
Triângulos são uma ótima ferramenta de composição, são fáceis de criar e manipular, e são notavelmente comuns. Eles são um bom caminho para combinar diferentes técnicas de composição, assim como linhas e caminhos e perspectivas. São usados para criar também mais interesse nas suas fotografias. A melhor coisa sobre triângulos é a habilidade deles de tornar uma foto estável ou instável.
A maioria das suas fotos terá três pontos distintos de interesse, você só precisa identificá-los e uni-los de forma que façam sentido.
VEJA AQUI O TUTORIAL COMPLETO
PONTO ÚNICO
Antes de seguirmos em frente, precisamos realmente ver o que um PONTO ÚNICO faz em uma foto, na verdade há muito mais o que encontrar os olhos.
Quando você trabalha com um único ponto de interesse em uma foto, você esta olhando para uma de muitas formas de avaliar a composição, isso é algo muito comum. Mas vale muito a pena saber o que fazer com isso.
Um ponto único, pode criar interesse em uma foto de uma forma simples. Eles são normalmente bem pequenos e contrastam bastante com o resto da imagem. Uma foto não precisa ter vários pontos de interesse para ser uma boa foto, basta ter um bom olhar para quem saber criar uma foto que pode ser uma das mais caras do mundo por exemplo.
VEJA UM ARTIGO COMPLETO SOBRE PONTO ÚNICO
HORIZONTES
Quando um enquadramento é dividido por uma única e predominante linha, essa linha normalmente é o horizonte, ele é muito comum em fotografias de paisagens, e também em fotos panorâmicas.
Se a foto não for interessante o horizonte poderá se tornar o ponto de interesse da foto, devido a forma como separa o enquadramento. O espaço onde você coloca o horizonte pode ter um efeito enorme na imagem – qual parte da foto é a mais interessante e como você pode fazer o espectador se sentir com essa divisão?
QUADRO DENTRO DO QUADRO
Quadros são um ótimo elemento da fotografia que podem ser usados para conduzir o olhar do espectador para dentro da fotografia, focando eles em um ponto em particular. Quadros criam a sensação de repetição, profundidade e da aos olhos um caminho para explorar.
A foto de uma cena em primeiro plano torna muito mais interessante ir acumulando planos até a parte mais interessante da fotografia e pode, em muitos casos, ter um peso igual ao restante da fotografia.
VEJA AQUI O TUTORIAL COMPLETO SOBRE ESSA TÉCNICA
TENSÃO DINÂMICA
Tensão dinâmica é a forma de usar a energia e os movimentos disponíveis no quadro para tirar os olhos do espectador da imagem em direções opostas.
Nós já vimos, uma variedade de diferentes linhas que você pode usar em uma foto para fazer dela mais interessante. A Tensão dinâmica, leva essas linhas e adiciona variações de contrate entre elas, fazendo com que fiquem muito mais interessantes.
Na foto abaixo as linhas se movem do centro para fora da foto. Esse é o lugar onde a composição pode começar a ficar mais avançada, e tende a deixar a sua fotografia mais interessante
Leve o conhecimento que você já aprendeu e use para criar fotos mais interessantes e com mais profundidade.
Do livro “The Perfect Portfolio”, de Henrietta Brackman, tradução e adaptação de José Américo Mendes.
Apresentação
Especialista em marketing, Henrietta Brackman foi representante, durante anos, do que poderia ser considerado o primeiro time dos fotógrafos americanos, cuidando dos mostruários e das vendas daquela turma, e durante esse tempo colecionou experiências bastantes para escrever um livro, que foi sucesso desde seu lançamento – The Perfect Portfolio – no qual ela não só comenta, mas aconselha o que nós, pobres mortais, devemos observar e fazer para possuirmos aquele portfólio perfeito, em um livro que ainda se mostra perfeitamente atual.
Neste artigo, procurei destacar algumas de suas sugestões, como sempre muito práticas, procurando na medidado possível, reduzir meus comentários, que estarão em negrito e entreparêntesis, de forma a não comprometer o sentido básico da obra, que é muito mais completa do que aparece aqui…
Qual a importância do portfólio?
Segundo a autora, provavelmente muitos erros foram cometidos na apresentação de portfólios e com isso incontáveis vendas foram perdidas. A competição diária entre os profissionais conferiu ao portfólio uma importância que ele não tinha no passado e todos nós assistimos ao nascimento e desdobramentos de conceitos com os quais não contávamos.
Foto: José Américo Mendes
“ Hoje, diz ela, “não há como negar que um portfólio correto vende o trabalho do fotógrafo e expande suas participações como poucas coisas. Nas agências, ou mesmo na venda direta, o diretor de arte, ou o cliente, reage sempre àquilo que vê. Se as fotos são de baixa qualidade não espere grande interesse, principalmente se estão mal organizadas. Mas, apresente um portfólio bem montado, com fotos marcantes e o interesse será imediato. Afinal o seu portfólio é sua ferramenta de vendas. Temos, então, algumas questões que devem ser assim definidas:
O que é um portfólio?
Fisicamente é um mostruário e pode ser montado em uma caixa, uma pasta (book), um CD, um tablet, ou até mesmo um pen drive, coisa que muita gente condena.
Como fazer um portfólio?
Há cinco passos que são fundamentais para um portfólio correto.
Primeiro: O trabalho tem que ser bom. Não há uma regra fixa, mas Stanley Carpenter, fotógrafo e nome consagrado na montagem de portfólios, diz que a fórmula mais fácil para se chegar ao sucesso é juntar cinco fotos maravilhosas,cinco fotos sensacionais, cinco fotos ótimas e cinco fotos muito boas…
Segundo: O trabalho deve ser feito, a meu ver, para atingir qualquer pessoa que o examine, sem que seja dirigido a um tipo específico de cliente.
Terceiro: Deve ser convincente, mostrando sensibilidade e versatilidade.
Quarto: Deve ser organizado para que possa passar, de pronto, uma imagem positiva não só do profissional, mas de seus métodos, estilo e técnicas.
Quinto: Deve ter uma boa apresentação, possuir um projeto atraente e ser de fácil manuseio no caso de fotos impressas.
Qual a melhor forma de apresentação?
Foto: José Américo Mendes
Como já vimos as escolhas são as mais variadas. Numa concepção mais simples, ele pode ser apresentado em uma caixa, que deve ser trabalhada para causar uma boa impressão logo à primeira vista, de preferência em uma cor neutra, ou escura. Aliás, este primeiro contato visual, também conhecido como “primeira impressão”, que pode até parecer sem importância, já foi objeto de estudos sérios, por estar presente em todos os momentos da nossa vida, seja diário, com clientes, seja numa rápida examinada nos parceiros do elevador, seja na turma da fila do cachorro quente. E é nessa primeira impressão que nasce a aceitação, ou a recusa, a simpatia e a rejeição…
Com tudo isso há, todavia, uma apresentação voltada para um seguimento de clientes mais refinados, como altos executivos de grandes corporações, em que os detalhes assumem tal importância que os trabalhos são acondicionados em maletas executivas.
As fotos, montadas em cartolina preta, com uma margem de 2,5cm, conhecidas como “lâminas”, plastificadas ou não, são usadas tanto nas caixas quanto em álbuns.
Foto: José Américo Mendes
São os “books,” uma forma muito usada de exibição, que privilegia a forma já que a aparência conta, e muito !! (A experiência mostra que os clientes são influenciados pela organização do mostruário, e embora o assunto venha a ser abordado em outro artigo do colunista (O Fotógrafo Autônomo), não custa repetir que, mesmo dispondo de diversas formas de apresentação como CDs, tablets e pen drivers, pesquisas realizadas em grandes feiras no eixo Rio/S.Paulo, mostraram que a grande maioria dos possíveis clientes, principalmente na faixa dos empreendedores, dá preferência a manusear as fotos impressas na hora da avaliação dos trabalhos, o que poderá, sem dúvida, definir o contrato.)
Uma outra forma de apresentação é usar um cartão de 2mm de espessura, forrado com cartolina preta em um dos lados, com a foto colada bem no centro, deixando uma margem entre 3 e 4 cm, o que a diferencia da anterior. Neste caso não há plastificação e é uma forma clássica de apresentação na caixa, mas não no book. Crie uma etiqueta com seu nome e telefone e ponha sempre em cada folha, seja laminada, ou não. Identifique seu trabalho. E sem medo de ser repetitiva: acondicione as fotos em uma caixa estilosa.
Foto: José Américo Mendes
Qual o melhor tamanho?
De uma forma geral as fotos impressas giram em torno de 13X18 cm, ou 20X24 cm. Para as lâminas 13X18 cm é o melhor tamanho e elas são feitas, como já foi visto, com fotos montadas em cartolina, ou cartão, geralmente escuro, acondicionadas em uma caixa, ou pasta.
Foto: José Américo Mendes
Uma lâmina pode ter a foto apenas de um lado, ou em ambos os lados. O grande defeito das lâminas plastificadas, é o reflexo de luzes no plástico, levando o cliente a buscar uma posição melhor para observar o material. As fotos maiores devem ser apenas montadas em cartão.
Foto: José Américo Mendes
E já que estamos tratando de fotos impressas não é preciso dizer que o papel é fundamental. Use de preferência papel fotográfico, que pode ser o brilhante, embora tenha o defeito de marcar com facilidade as impressões digitais dos clientes que manuseiam as fotos sem cuidado; o semi mate, e omate, mas pesquise nas lojas outros tipos e gramaturas, que produzem ótimos efeitos e valorizam as fotos, porque o papel pode, sem dúvida, destacar, ou liquidar o seu trabalho… (*)
Quantas fotos?
Geralmente usa-se entre quinze e vinte fotos. Caso use algumas em ambos os lados o portfólio ficará entre vinte, ou trinta fotos. (Todavia, há fotógrafos, inclusive o colunista, que preferem portfolios menores, em books, com dez a vinte fotos, apenas em uma face e sempre com alguma coisa voltada para aquele tipo de cliente que será visitado.) Embora seja sempre aconselhável uma variedade de assuntos capazes de mostrar a versatilidade do profissional a quem quer que analise seu mostruário…
De uma forma geral a coisa funciona assim: para calendários de lojas a experiência mostra que paisagens, ou flores são as indicadas. Evite ao máximo fotos de crianças e pequenos animais, elas caíram totalmente em desuso e são tidas como de mau gosto; para industriais, fotos de linhas de montagem, fabricação de estruturas e movimentação de máquinas são ótimos assuntos; valendo também fotos de cosméticos, perfumes, joias e bijuterias visando o público feminino, que sempre teve grande poder de decisão.
Há casos em que o cliente vê o portfólio e se decide de imediato pelo trabalho, enquanto há ocasiões em que ele pede que o material seja deixado para um exame mais apurado. Cabe ao fotógrafo dar um telefonema 24, ou 48 horas, depois para ter uma definição, já que o interesse é todo seu…
Um último conselho: uma coisa que tenho constatado nesses anos de trabalho lidando com as imagens mais incríveis, é que a maioria dos portfólios é relativa a produtos, que vão de aviões a sorvetes. Poucos profissionais mostram em seus portfólios os executivos das grandes empresas, em grande parte, é bom que se diga, por culpa das agências que não programam esse tipo de foto. Mas esse é um campo pouco explorado e merece um olhar mais atento. O conceito que uma empresa desfruta junto ao público se cristaliza neles – a geladeira, o cortador de grama, o carro, a tv, são representados por aqueles homens, que raramente são incluídos em um trabalho de propaganda de suas empresas, seja num trabalho institucional, seja até mesmo em um brinde e isso é um erro.
Finalizando, é bom dizer que um portfólio nunca está completo, já que novas imagens serão sempre acrescentadas, para novos clientes. Cabe ao fotógrafo decidir quais fotos serão retiradas, mas nunca eliminadas definitivamente. Na verdade, o que há sempre, é um rodízio no conteúdo dos portfólios…”
Nota do colunista (*)
Geralmente as fotos são fixadas com fita adesiva dupla face, que é vendida em mais de uma largura e que pode ser usada apenas nas extremidades das fotos, ou seguir suas quatro faces. A 3M, por seu lado, possui um adesivo em spray muito usado em montagens de fotos maiores, que necessitem de uma fixação definitiva, como painéis e mostruários de lojas. Caso prefira usá-lo experimente em um material descartável antes de partir para um trabalho definitivo. É caro, mas funciona…
Everypixel lançou um aplicativo com inteligência artifical que avalia o nível estético das fotografias
por Revista FHOX
A empresa é dona de um banco de imagem. Eles criaram o Everypixel Aesthetics que funciona com um sistema de inteligência artificial. A rede neural avalia as fotografias com base em informações inseridas na base do programa. Basicamente o time da Everypixel treinou o app para que ele entendesse o que torna uma foto bela. Segundo os desenvolvedores, foram chamados designers, fotógrafos e editores com vasta experiência para gerar o banco de dados com mais de 950 mil padrões de imagem (positivos e negativos).
O site analisa a fotografia e indica o índice que diz se a foto é incrível (até 100%). Em testes, o site deu notas melhores para fotos de banco de imagem do que fotografias icônicas. Ou seja, o critério parece ser: fotos incríveis de banco de imagem. A empresa diz que na verdade o programa considera questões técnicas como brilho, contraste, ruído e nitidez.
Assim como as grandes marcas de câmeras fotográficas estão de olho no mercado de smartphone, empresas que lidam com imagem já notaram a importância de investir nesse ramo. Mais precisamente naquilo que mais se faz com a câmera do celular: selfie.
A Adobe, gigante da edição de fotos (e, para quem ainda não sabe, a criadora do Photoshop), está flertando com a edição de selfie através de inteligência artificial do Adobe Sensei. Seu time de pesquisa acaba de liberar um vídeo de demonstração do que parece ser um novo aplicativo para edição de autorretratos:
“Grandes retratos exigem a perspectiva correta, equipamentos e conhecimentos de edição. Mas o que acontece quando nós exploramos o poder da inteligência artificial e aprendizagem profunda para transformar retratos ruins em bons – tudo em um smartphone?”, diz a Adobe.
Com ferramentas de edição de perspectiva, transferência de estilo, mudanças de distorção de ângulo, troca de profundidade de campo(fundo desfocado) a empresa quer transformar a típica selfie em um belo autorretrato.
É a Adobe colaborando pra todo mundo ter mais matchs no Tinder. Mas é sempre bom lembrar: não existe Photoshop ao vivo (ainda).
A imagem parece muito azulada ou muito quente (amarelada), um pouco verde ou avermelhada. Brancos e cinzas estão matizados, mas pareciam neutros quando fotografados.
Análise:
Um erro no balanço de branco ou no processamento alterou o perfil, interferindo na precisão de cores. Foi escolhido o ajuste errado (se a imagem está muito azul, por exemplo, “Tungsten” pode ter sido usado em “Daylight”). O fotômetro pode ter sido travado enquanto as condições de luz mudaram.
Solução:
Ajuste a câmera para AWB (balanço de branco automático).
Para maior precisão, use um cartão cinza para calibrar o balanço de branco personalizado de sua câmera.
Grave em formato RAW para maior flexibilidade e manutenção da qualidade no processo de pós-produção.
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